| A Carta do I ForCom, divulgada esta semana, destacou
a preocupação da indústria da comunicação
com movimentos em alguns países da América Latina
e também no Brasil que “comprometem ou podem vir a
comprometer a liberdade de expressão e a independência
dos meios de comunicação”.
No caso brasileiro, foi manifestada especial preocupação
com iniciativas que vulneram a liberdade de expressão comercial,
que a Carta considera “ferramenta legítima da livre
iniciativa e fundamental para a independência financeira –
e, portanto, editorial - dos meios de comunicação”.
“O ForCom reafirma sua convicção de que a autorregulamentação,
adotada no Brasil há mais de trinta anos, é o mais
moderno, democrático e eficiente instrumento regulador do
conteúdo das mensagens, a partir da livre manifestação
e participação da sociedade brasileira”, afirma
o item 3 da Carta.
O I ForCom aconteceu em 27 de maio, em São Paulo, e contou
com a presença de líderes setoriais e profissionais,
representando 32 entidades integrantes da Indústria da Comunicação.
Criado por recomendação do IV Congresso Brasileiro
de Publicidade, o ForCom tem por missão “o fortalecimento
e o desenvolvimento da Indústria da Comunicação
no Brasil, zelando pelos interesses legítimos de todos os
setores que a compõe, inclusive dos mais de 150 mil jovens
que estão matriculados nas escolas de comunicação
em todo o país”.
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