| O Conar instalou na tarde de hoje, em São
Paulo, um grupo para estudar normas éticas mais detalhadas
para apelos de sustentabilidade em campanhas publicitárias.
A missão do grupo, formado por representantes de anunciantes,
agências e especialistas convidados, é oferecer sugestões
ao Conselho Superior do Conar para o enquadramento de campanhas
que utilizem o apelo da sustentabilidade como argumento publicitário
pelo Código Brasileiro de Autorregulamentação
Publicitária. “A Seção 10 do Código
já contempla, desde a sua redação, há
32 anos, uma norma que tem servido bem à ética publicitária,
mas o vigoroso crescimento das preocupações com o
meio ambiente nos últimos anos mais do que justifica uma
minuciosa releitura da norma, tornando-a mais precisa e detalhada”,
explica o presidente do Conar, Gilberto C. Leifert.
O grupo terá como coordenador/relator o profissional de
criação Percival Caropreso e é integrado por
Claudia Pires, Juliana Nunes, Monica Neves, Hiram Castelo Branco,
Márcio Oliveira, Roberto Hilton da Silva e Marcelo Gomes
Sodré. O diretor de assuntos legais do Conar, João
Luiz Faria Neto, participou da reunião de hoje.
Como fez em revisões recentes de temas específicos
do Código, o grupo vai fazer um levantamento completo do
que a autorregulamentação prevê para o tema
ao redor do mundo, tirando proveito do fato de o Conar ser membro-correspondente
da EASA, a entidade que reúne os órgãos de
autorregulamentação do continente europeu.
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